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Budismo com atitude, de Alan Wallace

Postado por Vítor Barreto em


Acaba de chegar aqui na editora o livro Budismo com atitude. Esse livro, do grande professor Alan Wallace, já foi lançado em português pela editora Nova Era, em 2007. Alguns meses atrás, no entanto, a Jeanne Pilli (parceira querida da Lúcida Letra) entrou em contato comigo, sugerindo a reedição desse livro. Topei na hora! A Jeanne fez uma nova tradução do livro todo. A Heloísa de Andrade fez revisões cuidadosas ao longo da tradução e a Joice Costa também revisou o livro conforme ele ganhava forma. Com a proximidade do retiro do Alan (que está acontecendo em Viamão-RS), o prazo ficou apertado, mas a designer e praticante Aline Paiva aceitou o desafio e fez um projeto lindo, lindo mesmo! (na página do livro você...

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Dando o passo da primeira nobre verdade para a segunda

Postado por Vítor Barreto em


Trecho retirado do livro "Além do materialismo espiritual": Pergunta Muitas pessoas têm consciência da verdade do sofrimento, mas não dão o segundo passo, ou seja, a consciência da origem do sofrimento. Por quê? Resposta Penso que é uma questão de paranoia. Queremos escapar. Desejamos fugir da dor, em vez de considerá-la fonte de inspiração. Achamos que o sofrimento já é suficientemente mau – assim, por que investigá-lo ainda mais? As pessoas que sofrem muito e compreendem que não podem escapar do sofrimento começam realmente a compreendê-lo. Mas, em sua maioria, as pessoas estão ocupadas demais tentando livrar-se da irritação, estão atarefadas demais tentando distrair-se de si mesmas, e não se dispõem a olhar para o material que já têm. É...

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Como avaliar um professor budista

Postado por Eduardo Pinheiro (Padma Dorje) em


Como avaliar um professor budista Guru Rinpoche, o principal responsável pelo sucesso dos ensinamentos budistas no Tibete, disse que nos tempos de degenerescência – hoje em dia – haveria muitos professores falsos. Chagdud Tulku Rinpoche comentava que atualmente uma em cada 10 ou 20 pessoas se acha capaz de ensinar alguma coisa profunda, implicando com isso que professores verdadeiros são bem mais raros do que isto. Essa proporção vale para o budismo de forma geral, mas é especialmente verdadeira quanto ao vajrayana (ou budismo tântrico) – a principal forma de budismo praticada no Tibete. O título “lama”, que é a tradução da palavra sânscrita guru, a princípio se aplicava apenas aos mais excelentes entre os mais excelentes professores, aqueles que...

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Reedição especial - Um clássico sobre os cinco elementos

Postado por Vítor Barreto em


Além de lançar livros novos, tenho buscado relançar obras importantes que estiveram disponíveis no Brasil, mas que sumiram nos últimos anos. Entendo que essa é parte importante do meu trabalho: É muito frustrante quando um ensinamento valioso deixa de ficar disponível para as Sangas estudarem e praticarem.Fiz isso com o livro Além do materialismo espiritual e agora, com o apoio precioso da Ligmincha Brasil, lançamos o A cura através da forma, da energia e da luz (em poucas semanas lançaremos também o Budismo com atitude, do Alan Wallace). A tradução original de Claudia Gerpe Duarte foi revisada Joice Costa e pela própria equipa Ligmincha Brasil. O novo projeto gráfico é da Aline Paiva, praticante e parceira da Lúcida Letra. Para comprar, visite a página do livro, aqui....

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O Guru e o Aluno no Vajrayana (por Dzongsar Jamyang Khyentse)

Postado por Eduardo Pinheiro (Padma Dorje) em


O renomado lama, escritor e cineasta butanês Dzongsar Jamyang Khyentse Rinpoche emitiu nesta terça-feira, via Facebook, uma declaração franca e de palavras fortes , intitulada “O Guru e o Aluno no vajrayana”, na qual aborda as recentes críticas públicas sobre a conduta de Sogyal Rinpoche feitas por alguns de seus alunos.* Num longo ensaio, Dzongsar Khyentse Rinpoche fornece uma descrição detalhada de sua perspectiva da tradição do budismo vajrayana, dos relacionamentos entre guru e aluno, e do futuro do budismo na era moderna, diretamente tocando em muitas inquietações profundas sentidas por praticantes budistas no mundo todo. Nascido no Butão, Dzongsar Khyentse Rinpoche é o filho de Thinley Norbu Rinpoche e foi um aluno próximo de Dilgo Khyentse Rinpoche (1910–91). Ele...

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Sobre a grafia tulku/trulku e outras questões de grafia no livro "O cristal e o caminho de luz"

Postado por Vítor Barreto em


Tenho recebido algumas mensagens de leitores e leitoras me perguntando sobre o uso da grafia trulku no livro O cristal e o caminho de luz, recém lançado pela Lúcida Letra. Consultei o Otavio Lilla, revisor técnico dessa obra e ele fez considerações interessantes, que acho muito válidas que fiquem registradas, por isso publico aqui no blog: "No meio acadêmico se utiliza o sistema Wylie de transliteração, porque é o único jeito de saber como as palavras são realmente escritas em tibetano. O alfabeto tibetano não é complicado, e cada letra pode ser transcrita por uma letra no alfabeto latino. No entanto, o jeito que se escreve — como acontece também no português — nem sempre é o jeito como atualmente as palavras...

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Leitura e a relação com o texto no budismo

Postado por Eduardo Pinheiro (Padma Dorje) em


 Como aproveitar melhor os textos budistas? Nossa relação com a palavra escrita mudou muito com o tempo. No início, os registros escritos eram domínio único de elites intelectuais, religiosas e burocráticas. Há, de fato, muita virtude na democratização da letra, e os índices de analfabetismo do mundo nunca foram tão baixos. Por outro lado, quando observamos isso sob a perspectiva budista de treinamento da mente e interdependência, na mesma medida em que a leitura penetra todas as instâncias, ocorre também um “rebaixamento” do texto. Na Índia Clássica cada letra era vista como uma deidade, e os textos profundos eram vistos como guirlandas ou mandalas de deidades. Como havia um hábito de veneração ao texto, a relação com ele naturalmente...

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Trecho da introdução de Educação valente

Postado por Vítor Barreto em


Um trecho da introdução de Educação valente Comportamentos subclínicos Constatei que muitos pais preferem que seu filho tenha um diagnóstico concreto, como ansiedade ou distúrbio de aprendizado, para o qual possa haver um especialista ou um tratamento, a uma avaliação de que a criança simplesmente tem recursos internos frágeis e baixas habilidades de enfrentamento. Alguns chamam isso de “medicalização” dos comportamentos infantis. Embora não seja racional, isso se encaixa no reflexo que nós, pais, temos de colocar a responsabilidade em algo externo aos nossos filhos. Quando uma criança recebe um diagnóstico, alguns pais utilizam esses rótulos até mesmo para confortar e socorrer os filhos. “Bem, ele tem TDAH, portanto precisa da minha ajuda para fazer a lição de casa todas...

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Apenas respire - Meditação com crianças

Postado por Vítor Barreto em


Hoje recebi duas notificações maravilhosas do YouTube. Ambas do canal Lojong, do Luis Oliveira (que também criou o Buda Virtual). São dois vídeos curtos. No primeiro, crianças falam sobre o que elas sentem no corpo quando estão com raiva e de que modo a respiração pode ajudá-las a acalmar. Tem algo de muito emocionante na fala das crianças. Achei muito bonito. No livro Meditação em ação para crianças, Susan Kaiser Greenland narra a mesma experiência: Ao final da festa de aniversário de seis anos do meu filho, eu observava da janela da cozinha as crianças ainda presentes que brincavam no quintal. Uma amiguinha dele, nossa vizinha, dava estrelas e piruetas em nosso gramado, que estava cheio de bexigas estouradas e vazias....

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Regozijo, por Dzongsar Khyentse Rinpoche

Postado por Vítor Barreto em


Regozijo Um método muito eficiente e fácil para acumular mérito é se alegrar com a sorte dos outros, mas, ironicamente, muitos consideram esse método uma verdadeira agonia. Existem três causas principais para nos regozijarmos. A felicidade e as causas da felicidade dos outros. Por exemplo: ao ver uma pessoa bonita, em vez de sentir inveja, regozije-se com a sua beleza; Ao ver alguém fazer algo positivo, alegre-se, em vez de fazer críticas movidas por rancor e inveja; O melhor, todavia, é não ceder a dúvidas sobre a possibilidade da iluminação ou chegar a duvidar da existência do estado búdico. Regozije-se com ele e com suas causas, sinta-se feliz quando outras pessoas se envolverem com as causas da iluminação, como ouvir...

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