Seu carrinho

Retrospectiva 2017

Postado por Vítor Barreto em


Feliz 2018! Meu primeiro contato do ano é para relembrar e compartilhar o que aconteceu na Lúcida Letra no ano passado. O ano de 2017 já começou com novidades. Lançamos um site novo com uma plataforma de loja virtual mais profissional (o que facilitou muito o meu trabalho, que trabalho sozinho no faturamento, embalagem, estoque...). Em fevereiro, foi lançado o livro Não é para a felicidade, de Dzongsar Khyentse Rinpoche. Um importantíssimo livro sobre as práticas preliminares. O livro já está no final da tiragem e em breve vai pra gráfica para uma nova impressão. Em abril, o site Papo de Homem começou uma parceria para divulgar trechos dos livros. Essa parceria tem sido maravilhosa e agradeço muito ao Guilherme...

Ler texto completo

Como escolher o nível da prática

Postado por Vítor Barreto em


No Ocidente, todo mundo quer a prática “mais elevada”, desejo que indica má interpretação do caminho. Todo mundo quer passar rápido pelas práticas básicas (ngön dro). Mas os grandes mestres fazem essas práticas a vida inteira. Eles continuam a contemplar a impermanência, a cultivar a compaixão, a fazer práticas de purificação, a fazer oferendas, e a praticar a Guru Yoga. Esse não é um estágio a ser superado. Os mestres e professores mais realizados fazem essas práticas e cultivam essas qualidades durante todo o caminho para os estágios mais elevados de realização porque elas sempre trazem benefícios.

Ler texto completo

Jetsunma Tenzin Palmo, sobre paciência

Postado por Vítor Barreto em


Existem vários níveis para abordar o tema da paciência, mas primeiro devemos entender que podemos mudar nossa atitude. Por exemplo, em vez de ver alguém de quem não gostamos como um problema, podemos tentar ver que, na verdade, ele representa uma grande oportunidade para aprendermos. Precisamos de circunstâncias e pessoas difíceis em nossa vida para cultivarmos a paciência, e não podemos cultivar essa qualidade se não tivermos nada e nem ninguém nos desafiando.

Ler texto completo

O caminho da autobondade (trecho do capítulo 3 - Ser gentil consigo mesmo)

Postado por Vítor Barreto em


A cultura ocidental enfatiza a importância de sermos gentis com nossos amigos, familiares e vizinhos que estão lutando na vida. Contudo, não nos ensina a adotar a gentileza conosco. Quando alguém comete um erro ou falha de alguma forma, tem mais propensão a bater em sua própria cabeça com um pedaço de pau do que a se abraçar em demonstração de acolhimento. Provavelmente até o pensamento de se autoconfortar parece absurdo. Mesmo quando nossos problemas decorrem de forças fora do nosso controle, a autobondade não é uma resposta culturalmente válida. Em algum lugar, ao longo da vida, recebemos a mensagem de que indivíduos fortes devam ser estoicos e silenciosos, capazes de controlar o seu próprio sofrimento – como John Wayne num...

Ler texto completo

O preço do autojulgamento (do primeiro capítulo de "Autocompaixão")

Postado por Vítor Barreto em


O preço do autojulgamento

Alimentar continuamente nossa necessidade de autoavaliação positiva é um pouco como se empanturrar de doces. Ficamos embriagados de açúcar e, em seguida, vem uma queda brusca. Na queda, entramos em desespero. É quando percebemos que, por maior que seja a nossa vontade, nem sempre podemos culpar os outros por nossos problemas. Nem sempre podemos nos sentir especiais e acima da média. Muitas vezes, o resultado é devastador. Olhamos no espelho e não gostamos do que vemos (literal e figurativamente), e então a vergonha começa a tomar forma. A maioria de nós é extremamente dura em relação a si quando consegue admitir alguma falha ou defeito. Pensamos: “Eu não sou bom o suficiente. Sou um inútil”. Por isso, preferimos esconder a verdade de nós mesmos, pois recebemos a honestidade como uma dura condenação.

Ler texto completo

Budismo com atitude, de Alan Wallace

Postado por Vítor Barreto em


Acaba de chegar aqui na editora o livro Budismo com atitude. Esse livro, do grande professor Alan Wallace, já foi lançado em português pela editora Nova Era, em 2007. Alguns meses atrás, no entanto, a Jeanne Pilli (parceira querida da Lúcida Letra) entrou em contato comigo, sugerindo a reedição desse livro. Topei na hora! A Jeanne fez uma nova tradução do livro todo. A Heloísa de Andrade fez revisões cuidadosas ao longo da tradução e a Joice Costa também revisou o livro conforme ele ganhava forma. Com a proximidade do retiro do Alan (que está acontecendo em Viamão-RS), o prazo ficou apertado, mas a designer e praticante Aline Paiva aceitou o desafio e fez um projeto lindo, lindo mesmo! (na página do livro você...

Ler texto completo

Dando o passo da primeira nobre verdade para a segunda

Postado por Vítor Barreto em


Trecho retirado do livro "Além do materialismo espiritual": Pergunta Muitas pessoas têm consciência da verdade do sofrimento, mas não dão o segundo passo, ou seja, a consciência da origem do sofrimento. Por quê? Resposta Penso que é uma questão de paranoia. Queremos escapar. Desejamos fugir da dor, em vez de considerá-la fonte de inspiração. Achamos que o sofrimento já é suficientemente mau – assim, por que investigá-lo ainda mais? As pessoas que sofrem muito e compreendem que não podem escapar do sofrimento começam realmente a compreendê-lo. Mas, em sua maioria, as pessoas estão ocupadas demais tentando livrar-se da irritação, estão atarefadas demais tentando distrair-se de si mesmas, e não se dispõem a olhar para o material que já têm. É...

Ler texto completo

Como avaliar um professor budista

Postado por Eduardo Pinheiro (Padma Dorje) em


Como avaliar um professor budista Guru Rinpoche, o principal responsável pelo sucesso dos ensinamentos budistas no Tibete, disse que nos tempos de degenerescência – hoje em dia – haveria muitos professores falsos. Chagdud Tulku Rinpoche comentava que atualmente uma em cada 10 ou 20 pessoas se acha capaz de ensinar alguma coisa profunda, implicando com isso que professores verdadeiros são bem mais raros do que isto. Essa proporção vale para o budismo de forma geral, mas é especialmente verdadeira quanto ao vajrayana (ou budismo tântrico) – a principal forma de budismo praticada no Tibete. O título “lama”, que é a tradução da palavra sânscrita guru, a princípio se aplicava apenas aos mais excelentes entre os mais excelentes professores, aqueles que...

Ler texto completo

Reedição especial - Um clássico sobre os cinco elementos

Postado por Vítor Barreto em


Além de lançar livros novos, tenho buscado relançar obras importantes que estiveram disponíveis no Brasil, mas que sumiram nos últimos anos. Entendo que essa é parte importante do meu trabalho: É muito frustrante quando um ensinamento valioso deixa de ficar disponível para as Sangas estudarem e praticarem.Fiz isso com o livro Além do materialismo espiritual e agora, com o apoio precioso da Ligmincha Brasil, lançamos o A cura através da forma, da energia e da luz (em poucas semanas lançaremos também o Budismo com atitude, do Alan Wallace). A tradução original de Claudia Gerpe Duarte foi revisada Joice Costa e pela própria equipa Ligmincha Brasil. O novo projeto gráfico é da Aline Paiva, praticante e parceira da Lúcida Letra. Para comprar, visite a página do livro, aqui....

Ler texto completo

O Guru e o Aluno no Vajrayana (por Dzongsar Jamyang Khyentse)

Postado por Eduardo Pinheiro (Padma Dorje) em


O renomado lama, escritor e cineasta butanês Dzongsar Jamyang Khyentse Rinpoche emitiu nesta terça-feira, via Facebook, uma declaração franca e de palavras fortes , intitulada “O Guru e o Aluno no vajrayana”, na qual aborda as recentes críticas públicas sobre a conduta de Sogyal Rinpoche feitas por alguns de seus alunos.* Num longo ensaio, Dzongsar Khyentse Rinpoche fornece uma descrição detalhada de sua perspectiva da tradição do budismo vajrayana, dos relacionamentos entre guru e aluno, e do futuro do budismo na era moderna, diretamente tocando em muitas inquietações profundas sentidas por praticantes budistas no mundo todo. Nascido no Butão, Dzongsar Khyentse Rinpoche é o filho de Thinley Norbu Rinpoche e foi um aluno próximo de Dilgo Khyentse Rinpoche (1910–91). Ele...

Ler texto completo